Pouco conhecidas no Ocidente, algumas práticas e rituais orientais têm origem há milênios e vêm sendo transmitidas de geração em geração. Em comum, elas trazem uma visão holística sobre a vida, enfatizando a conexão entre corpo, mente e espírito e favorecendo à busca em direção ao autoconhecimento. No fim de semana de 14 a 16 de agosto, o Ponto de Luz será palco de vivências baseadas nesses milenares saberes orientais. Conheça mais sobre cada uma delas:
Cerimônia do Kyudô
É uma prática espiritual japonesa, datada de quase 5.000 anos atrás, que é transmitida e conduzida no Brasil pela Sensei Kato, em um ritual tradicional que busca favorecer o autoconhecimento, a conexão interior e o despertar da sabedoria e da compaixão.
Segundo as tradições orientais, o chamado Sentendaidô é o caminho que dá acesso ao céu, ou seja, a um mundo de felicidade e compreensão. O caminho superior e profundo por onde Cristo, Buda e demais santos iluminados passaram. Porém, não é possível conhecê-lo por mei
o das ciências e do conhecimento geral: é o mundo incógnito conhecido como “mistério divino”.
Fazer o Kyudô, segundo
essa tradição, e aprimorar a alma através da prática do cotidiano é conhecer este mundo incógnito e desvendar o “mistério divino”. É trilhar o mesmo caminho dos santos do passado. Isso é possível porque, através desse ritual milenar, faz-se um convite à abertura da 3ª visão, abrindo-se a porta que nos liga ao Criador e, consequentemente, à nossa verdadeira consciência. Escutá-la com sabedoria é dar um grande passo em direção ao caminho da felicidade. Uma oportunidade de refletir sobre a própria vida, fortalecer a presença e renovar a disposição para construir um caminho com mais equilíbrio, harmonia e propósito
Chi Kung
É uma prática de origem chinesa, datada de milhares de ano atrás, ainda antes de Cristo, cuja origem, acredita-se, surgiu a partir da observação dos movimentos dos animais e da natureza. São exercícios terapêuticos que visam equilibrar o fluxo de energia vital no corpo, o Chi, promovendo a saúde física, mental e espiritual.
Durante a prática realizam-se movimentos suaves combinados com a respiração consciente e a concentração mental. Os movimentos lentos e fluidos ajudam a melhora a flexibilidade, força e coordenação motora. A respiração em estado de consciência plena promove a calma e a clareza mental. De acordo com os saberes orientais quando o Chi flui livremente pelo corpo, em harmonia, a saúde melhor e atinge-se a integração entre mente-corpo-espírito.
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