Ponto de Luz

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Estrada Sertãozinho, S/N
Joanópolis, SP – CEP 12980-000

(11) 93488-7197 · Recepção 24h

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Cada pessoa vive uma experiência única no Ponto de Luz. Para a jornalista e escritora Petria Chaves, autora dos livros Escute teu Silêncio e Como Sei o Que Sei, o hotel é um espaço de descanso, autoconhecimento e reconexão com a natureza. Frequentadora desde 2012, Petria já viveu muitos momentos de calma e quietude no Ponto de Luz. Segundo ela, estar em contato com a natureza e desacelerar a rotina é essencial para ouvir a própria intuição e se reconectar com aquilo que realmente importa: “Quando vamos para um lugar como o Ponto de Luz, a gente consegue voltar a sentir o pulso, nosso e da terra, para ouvir a própria intuição, que é uma força poderosíssima. Uma sabedoria que vive em nós e na natureza. Por isso precisamos nos aquietar para receber essas informações.”

Em sua experiência no hotel, Petria fala sobre a importância de criar momentos de silêncio, tranquilidade e conexão com a natureza para olhar para dentro e fortalecer a relação consigo mesma.

Neste relato, ela compartilha como o Ponto de Luz se tornou um lugar de reconexão e bem-estar, mostrando como uma pausa na rotina pode ajudar a recuperar o equilíbrio, despertar a intuição e encontrar novos caminhos para o autoconhecimento.

 

“No Ponto de Luz, ao mesmo tempo em que tudo é muito perfeito, é tudo muito simples também. É o luxo que muita gente está buscando agora. O luxo que te lembra o que é valioso da pele para dentro”

 

Como começou a sua relação com o Ponto de Luz?

A primeira vez que fui ao hotel foi em 2012. Na época, eu ainda namorava o meu marido. Nós ficamos hospedados em um dos quartos, mas me lembro de ter visitado a área dos chalés e ter ficado encantada, pensando que um dia eu gostaria de ter o meu próprio chalé ali. Hoje em dia vou com frequência, quase todas as férias, agora junto da minha família. Costumo dizer que o Ponto de Luz é a minha Disney particular. Em 2012 eu ia para me reconectar e hoje, com dois filhos, eu vou para mostrar que a natureza é importante, especialmente em um mundo tão dopaminérgico como o que vivemos hoje, que só nos incentiva ao consumo.

 

Você se lembra qual foi a sua sensação quando entrou no hotel pela primeira vez?

Senti um respiro, um alívio. Eu sempre fui muito sensível e sempre precisei de lugares para me reconectar e autorregular. Quando cheguei, fiquei muito surpresa com o silêncio, com toda aquela natureza em volta… Com a capacidade que o espaço tem de nos aquietar. Tem algo especial no Ponto de Luz que a gente não sabe explicar. Na época eu era vegetariana e isso também me chamou muito atenção, porque não existiam tantas opções de hotéis com alimentação mais natural. Isso me fez me sentir muito em casa. Naquela época, não fiz nenhuma terapia. A minha terapia foi a natureza mesmo. Pé no chão. Como se eu entrasse em um portal de silêncio e reconexão.

 

Depois dessa experiência você ficou uma década sem ir ao Ponto de Luz. Como foi voltar tanto depois?

Foi uma outra experiência. Já tinha se passado bastante tempo, uma pandemia, e eu já era mãe de duas crianças. Já mais madura, pude observar como esse lugar é especial, não só como um destino de relaxamento, mas como uma necessidade quase médica de banho de natureza. Para os meus filhos, no início, foi mais difícil se habituar, porque eles estão acostumados a um cotidiano muito mais frenético, mas logo se encantaram. Passamos a ficar nos chalés, que tem um mezanino e uma vista linda. Senti ali como a extensão da minha casa. Nesse momento eu já era autora de dois livros, nos quais falo sobre silêncio, sobre escuta… Senti que estar ali era praticamente uma extensão das minhas pesquisas e a materialização daquilo que venho falando há tantos anos. Esse silêncio interior precisa ser uma verdade. Então a partir dessa segunda vez, dessa volta, foi como se fosse o Ponto de Luz fosse a minha segunda casa, o meu refúgio no interior.

 

“Já mais madura, pude observar como esse lugar é especial, não só como um destino de relaxamento, mas como uma necessidade quase médica de banho de natureza”

 

Você tem um lugar especial ou um ritual particular quando vai ao hotel?

O lugar que mais gosto é um cantinho de bambuzal perto do Templo da Alegria, no caminho dos chalés até a casa principal, onde sã servidas as refeições. Ali se ouve o som de uma cachoeira que está bem próxima, o barulho da água batendo nas pedras, como se a gente entrasse em um mundo encantado, sendo abraçada pela natureza e sentindo esse pulso da vida. É um lugar muito especial, muito forte, que nos convida à meditação. É ali onde faço diariamente as minhas meditações e coloco em prática técnicas de autorregulação que falo nos meus livros e que são fundamentais para o exercício da inteligência intuitiva. Vou de pés descalços e faço um grounding de 10 a 15 minutos e os meus exercícios de respiração. Sem pressa. Se em São Paulo eu levo no mínimo 20 minutos para entrar em meditação, lá são 5 minutos. A gente percebe como somos natureza e como precisamos dela. Aquele é o meu canto, o meu refúgio, onde gosto de ficar na minha própria companhia e no abraço da natureza.

 

A sua intuição te diz para ir para a natureza?

A intuição é a inteligência somática do corpo, que está buscando informação dentro e fora da gente, da natureza e do inconsciente coletivo. Quando estou muito sobrecarregada, meu corpo vibra diferente, ele “fala” comigo: ‘Você precisa de natureza, precisa de silêncio, precisa se autorregular’. São os momentos em que penso que preciso ir ao Ponto de Luz. A inteligência intuitiva nos pede para ir para a natureza, mas precisamos aprender a ouvi-la. Claro, vamos nos acostumando com essa linguagem, que não é óbvia e que não somos ensinados a ouvir desde criança, como as crianças que crescem na natureza são. Quando vamos para um lugar como o Ponto de Luz, a gente consegue voltar a sentir o pulso, nosso e da terra, para ouvir a própria intuição, que é uma força poderosíssima e traz informações importantíssimas para o nosso dia a dia, para as nossas decisões e para nosso potencial criativo. A intuição é a voz da sabedoria que fala por meio do silêncio. Uma sabedoria que vive em nós e vive na natureza. Precisamos aquietar e frequenciar para receber essas informações. Mas quem consegue silenciar assim morando nas grandes cidades? A gente transborda.

 

“A intuição é a voz da sabedoria que fala por meio do silêncio. Uma sabedoria que vive em nós e vive na natureza. Precisamos aquietar e frequenciar para receber essas informações”

 

Você já viveu alguma experiência transformadora no Ponto de Luz?

Eu faço um exercício há muitos anos de já estar “plugada”, em contato comigo mesma. Eu fui para lá no período em que estava escrevendo meu segundo livro, para aquietar, ter mais insights, mas já venho de um processo muito rígido e disciplinado de fazer bem para mim mesma. Então quando vou ao Ponto de Luz eu não tenho grandes epifanias. Vou para silenciar e dar vazão aquilo que estou acumulando aqui, na cidade. As pessoas vão para lá e ficam chocadas, porque é um banho de natureza. É um remédio para a alma e para o corpo. As pessoas vivem no barulho e acreditam que todo esse barulho, esse caos, é o normal. No Ponto de Luz, eu posso apenas ser eu. Tudo o que acontece na rotina quando estamos ali, acordando cedo, comendo bem, vendo os meus filhos florescidos, porque a criança na natureza fica ainda mais brilhante, é uma sensação de bem-estar tremenda. Como é uma verdade, não é um lugar que eu escapo para ter insights, é um lugar que eu construo dentro de mim, de natureza, de conexão. É a minha segunda casa.

 

No hotel existem muitas vivências coletivas, a meditação no início da noite é uma delas. Qual a diferença, pra você, de viver esse silêncio sozinha e de forma compartilhada?

Eu amo porque o papel de quem media é quase um oráculo: a pessoa vai te falar algo que você precisava ouvir e vai te chamar a atenção para coisas que você talvez não tenha se dado conta. Adoro ficar sozinha, mas faço questão de ir à meditação coletiva. Acho muito benéfica e faz eu treinar ainda mais a minha concentração, porque quando você está com outras pessoas é mais difícil. É a cerejinha do bolo das propostas e é muito recomendável, aliás, que a gente faça no início da noite, para o nosso bem-estar e para essa regulação do sistema nervoso.

 

Se você fosse descrever o Ponto de Luz para alguém que ainda não conhece, o que você falaria?

Que é um templo de silêncio e reconexão, com muita beleza, muitas terapias, alimentação natural e propostas para que a gente consiga na prática a reconexão que a gente precisa no dia a dia. Um espaço com uma arquitetura super acolhedora e uma magia indescritível. Uma natureza com uma capacidade de limpeza enorme, tanto física quanto psíquica. Eu diria as palavras verde, reconexão, silêncio, natureza e amorosidade. Existe amor em cada detalhe, bem diferente do que estamos acostumados.

 

“Um templo de silêncio e reconexão(…). Um espaço com uma arquitetura super acolhedora e uma magia indescritível. Uma natureza com uma capacidade de limpeza enorme, tanto física quanto psíquica”

 

E por fim, o que você carrega do Ponto de Luz quando volta pra casa?

Minha reorganização completa! É um lugar que tem um luxo simples e me identifico muito com isso. Toda vez que eu vou para lá eu relembro isso em mim. No Ponto de Luz, ao mesmo tempo em que tudo é muito perfeito, é tudo muito simples também. É o luxo que muita gente está buscando agora. O luxo que te lembra o que é valioso da pele para dentro. Então quando vou para lá, me reconecto com essa estética que é importante para mim. Uma estética da pele para fora e da pele para dentro.

 

Depois de ouvir o relato de Petria, fica o convite para você também experimentar essa pausa.

Permita-se desacelerar, respirar e voltar a ouvir o que realmente importa. Conheça o Ponto de Luz e viva uma experiência de descanso, reconexão e bem-estar em meio à natureza.

Agende sua experiência e descubra o que pode acontecer quando você se permite parar.